Por que usar um sistema para os currículos que você já recebe
Na maioria das empresas pequenas, o candidato certo para a vaga de hoje já entregou o currículo há três meses. Ele está na gaveta, no grupo do WhatsApp ou numa pasta do e-mail — e é mais rápido publicar a vaga de novo do que encontrá-lo.
O problema não é guardar. É achar.
Quase toda empresa já guarda currículo. Uma pasta no computador, uma caixa no escritório, a conversa do WhatsApp onde as fotos chegam. O material está lá. O que não existe é uma forma de perguntar.
Quando abre uma vaga de balconista, ninguém consegue responder “quem dos que já mandaram currículo trabalhou em balcão?” sem abrir os arquivos um por um. Com trinta, dá. Com trezentos, não dá — e o que se faz é publicar a vaga outra vez, receber mais currículo, e aumentar a pilha que já não se lê.
O custo disso não aparece na contabilidade: é a vaga que ficou quinze dias aberta, o turno coberto com hora extra, e a pessoa certa que se cansou de esperar resposta e foi trabalhar na concorrência.
O que muda quando a pilha vira busca
- A pergunta vira português — você escreve “preciso de alguém para o balcão, de preferência com experiência em padaria” do jeito que falaria com um colega, e não preenchendo filtros de um formulário.
- O currículo antigo volta a valer — quem mandou currículo em março continua sendo encontrado em setembro. É o acervo que a empresa já pagou para receber e nunca usou duas vezes.
- A escolha vem com o motivo — cada pessoa sugerida aparece com uma frase apontando um fato do currículo dela — “três anos como balconista em padaria” —, e não com uma nota que ninguém sabe de onde saiu.
- Foto de currículo também conta — o que chega pelo WhatsApp costuma ser foto tirada de papel, torta e com sombra. O sistema lê essas também, que é o formato mais comum em quem contrata para o balcão.
- A mesma pessoa não vira três — quem mandou currículo duas vezes é reconhecido e vira um perfil só, com o histórico dos dois arquivos.
Os números, e contra o que foram medidos
Nenhum número desta página é estimativa. Cada um veio de uma medição que dá para refazer:
- 95% de acerto na primeira posição — medido contra um gabarito de 20 buscas escritas à mão sobre currículos reais. Quer dizer: em 19 das 20, a pessoa que um recrutador escolheria apareceu como primeira da lista.
- 10 milissegundos por busca — num acervo de 2.000 pessoas. A espera que você sente é o tempo de ler a tela, não o do banco de dados.
- Mais de 600 testes automáticos — rodados a cada mudança do sistema, incluindo os que impedem a busca de considerar idade ou sexo.
O que o sistema não faz
Vale saber antes de assinar, e não depois. Nada disto está em desenvolvimento com data marcada:
- Não decide por você — ele ordena e explica; quem chama para a entrevista é você. Não existe nota de corte, nem recusa automática de candidato.
- Não é um banco de currículos de fora — você busca dentro do que a sua empresa recebeu. Nenhum currículo de outra empresa aparece para você, e nenhum dos seus aparece para ela.
- Não avalia personalidade — não há teste de perfil, nem inferência de “proatividade” a partir do texto. O que ele lê são cargos, tempo, formação e cursos — o que está escrito.
- Não usa idade, sexo, foto, bairro ou estado civil — e isso não é uma opção de configuração: esses dados não chegam ao modelo que ordena, e há teste automático que quebra a entrega se chegarem.
E o currículo de quem se candidatou?
É dado pessoal de gente procurando emprego, muitas vezes na hora em que tem menos margem para escolher. Duas consequências práticas:
Os currículos são da sua empresa. Você é a controladora deles; nós operamos por você. Nenhuma outra empresa da plataforma vê o seu acervo, e quem hospeda o sistema não abre currículo de cliente.
O candidato tem uma área própria. Ele entra, vê o que foi extraído do currículo dele, corrige, exporta e apaga — sem precisar pedir para você. É o que a LGPD chama de acesso, correção, portabilidade e eliminação, e cada um tem botão.
Para quem isto foi feito
Empresa que recebe currículo no balcão e pelo WhatsApp, contrata para funções operacionais e não tem departamento de RH: padaria, supermercado, restaurante, loja, clínica, transportadora, construtora.
Quem contrata só por indicação e nunca acumulou currículo não ganha nada com isto — não há o que buscar. E quem já usa um ATS grande, com processo seletivo em etapas e integração a portal de vagas, vai achar este sistema curto de propósito.
Experimentar com os seus currículos
O cadastro é da empresa, pelo CNPJ, e leva um minuto. Os currículos que você subir são seus, e a página de privacidade diz exatamente o que acontece com eles.
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